Auditoria Pessoal

De uma forma ou de outra, a crise financeira mundial atingiu gestores de todas as áreas, seja por meio de cortes de equipe, redução de orçamento, aumento de trabalho e eliminação de benefícios. Embora pareça que o pior do período de instabilidade econômica tenha passado, ainda é tempo de os profissionais – principalmente aqueles de nível gerencial e executivo – analisarem profundamente suas carreiras e formularem um plano de longo prazo para sua vida profissional, pessoal e financeiramente falando.

Para aqueles que nunca olharam para suas próprias trajetórias por um viés crítico, o primeiro conselho é: comece a avaliar sua carreira imediatamente. Da mesma maneira que os executivos participam anualmente do planejamento estratégico das empresas nas quais atuam, precisam programar suas próprias vidas.

O segundo passo para essa auditoria pessoal é analisar o ambiente no qual está inserido. Para isso, o profissional deve buscar informações e índices que classifiquem o desempenho de seu setor nos últimos anos, bem como precisam estar preocupados com perspectivas para 2010.

Já as próximas etapas do processo de avaliação e planejamento da carreira consistem em criar um plano de ação que contemple os desejos profissionais do executivo, qualidades e deficiências. Depois disso, é necessário definir objetivos (pessoais, profissionais e financeiros) para o longo prazo – cerca de dez anos. Finalmente, há a necessidade de elaborar uma lista com prazos para o cumprimento de cada etapa do plano, como um passo a passo.

Não se pode esquecer também de rever o planejamento todo ano, com o intuito de adequar metas e avaliar se as medidas necessárias estão sendo tomadas para o alcance das metas. Com objetivos estruturados, os profissionais têm a vantagem de estar preparados para aproveitar tendências de mercado, bem como para reagir a crises inesperadas.

Quase "sem querer"

A Redundância é um dos vícios de linguagem que consiste em dizer ou escrever a mesma coisa, por formas diversas.

Em nosso dia a dia é comum ouvirmos sem perceber, mas quando aparecem escritas em relatórios empresariais, processos policiais, certidões, cartazes, escrituras e mensagens de e-mail o erro se torna evidente.

Observe a lista abaixo com alguns exemplos. Caso veja alguma que já usou, procure não utilizar mais. Fique atento. Uma das frases mais comuns de redundância é: “elo de ligação”. As pessoas sabem que todo elo é de ligação, mas continuam dizendo. Parecido com “sair para fora” ou “dar ré para trás”. Porém, no dia a dia há outras frases que também são exemplos de redundância mas que passam despercebidas:

  1. A seu critério pessoal;
  2. Acabamento final;
  3. Certeza absoluta;
  4. Colocar algo em seu respectivo lugar;
  5. Comparecer pessoalmente em algum lugar;
  6. Completamente vazio;
  7. Criação nova ou nova criação;
  8. De sua livre escolha;
  9. Detalhes minuciosos;
  10. Dividir algo em duas metades iguais;
  11. Empréstimo temporário;
  12. Encarar de frente;
  13. Expressamente proibido ou terminantemente proibido;
  14. Gritar bem alto;
  15. Interromper de uma vez;
  16. Juntamente com ou anexar junto;
  17. Multidão de pessoas;
  18. Outra alternativa;
  19. Planejar antecipadamente;
  20. Relações bilaterais entre dois países;
  21. Repetir outra vez / de novo;
  22. Retornar de novo;
  23. Superávit positivo;
  24. Vandalismo criminoso;
  25. Voltar atrás.

Qual destas frases você mais ouve ou lê no dia a dia? Qual a que mais incomoda você? Comente sobre outras frases que você já ouviu ou leu e que não está nesta lista. Participe.

Incentivando "o time"

Quando um cliente chega a uma empresa, a diferença proporcionada pela atuação em equipe é sentida já no próprio ambiente, caracterizado por profissionais entusiasmados, otimistas e dinâmicos e reflete-se em todos os processos, desde a anotação clara de um simples recado, até a busca de auxílio junto a um colega de trabalho, quando não se tem certeza de uma informação a ser passada para o cliente. E essa diferença contribui, e muito, para a realização de negócios. Essa atmosfera de equipe, de confiança e de compartilhamento, é conseguida por um árduo trabalho de liderança, capaz de conciliar os aspectos individuais dos profissionais com as expectativas da empresa e dos clientes. E cada empresa tem o seu estilo, as suas peculiaridades. Assim, não existe uma receita pronta.

Entretanto, algumas práticas podem ser inspiradoras para o desenvolvimento de equipes vencedoras:
- Definição de metas: saber aonde se quer chegar.
- Praticar constantemente o “feedback”: uma palavra colocada de forma correta faz toda a diferença; comunicação é tudo.
- Reconhecimento: satisfação pessoal e profissional.
- Liberdade para pedir ajuda: a importância da confiança.
- Delegar responsabilidades e apoiar realizações: autonomia e tomada de decisão.

Essas práticas de equipes vencedoras deixam claros os benefícios para a organização, principalmente no que diz respeito à melhoria das condições para realização de negócios, ao aumento da sinergia entre os funcionários, à melhoria no ambiente de trabalho e ao aumento da satisfação dos clientes.

Por outro lado, as empresas que não atuam com o sentido de equipe têmmaior propensão para desenvolverem aspectos como burocracia interna e confusão, em uma atmosfera de desconfiança e individualismo, o que pode influenciar negativamente em seu relacionamento com os clientes, diminuindo as suas condições de competitividade.

É por isso que desenvolver as equipes nas organizações é tão importante no acirrado mercado contemporâneo.

Estimular o trabalho em equipe e buscar o comprometimento de todas as pessoas na empresa e outras mais.

Para Ser Grande



Marina Vidigal lançou no dia 18 o livro Para ser grande – As histórias de sucesso de 20 empreendedores brasileiros. A obra conta a trajetória profissional e pessoal de cada um, desde origem e brincadeiras de infância até sonhos e valores que os guiaram em suas conquistas.

Entre as histórias, estão a de Elói D’Avila de Oliveira, um ex-menino de rua que fundou a Flytour, hoje maior emissora de bilhetes aéreos da América Latina. Outra é de Abraham Kasinsky, que depois de fundar a Cofap e fazer dela um gigante em autopeças, vendeu-a e aos 82 anos de idade fundou a Kasinski Motos. O livro conta também a vida de Ozires Silva, que do sonho de menino de fazer aviões, tornou-se o personagem principal da criação da Embraer. Também estão no livro Camilo Cola (Viação Itapemirim), Ivan Zurita (Nestlé), Aleksandar Mandic (Mandic: Mail) e Alberto Saraiva (Habib’s), entre outros.

O livro já pode ser encontrado nas livrarias Cultura, Laselva e Travessa – e em alguns dias chegará às outras principais livrarias do país. Leia também a transcrição da orelha do livro, escrita pelo professor e contista João Anzanello Carrascoza:

“Vou ser curto, ao contrário da carreira de sucesso dos 20 empreendedores aqui reunidos. Para ser grande, vá nas miudezas. Marina Vidigal foi. E capturou a aura deles. A história de cada um, devagar, vai ganhando contornos reveladores pelas mãos dessa hábil jornalista. Nada de incenso, nem água fria. Direto à alma do assunto. Sob as pedras do calçamento, a praia. Sob a praia, o coração do mar. Marina ouviu as suas marés: vox Dei, vox populi. Ordenou as tramas, entremeando-as, em discurso direto, com o pensamento dos deuses. Assim, os desmistificou. Gente como a gente. Realizados. E ainda sonhadores. A paleta é multicolorida: o médico que revolucionou o fast food. O pracinha, comandante de viação. O engenheiro que virou suco? Não. O que virou viticultor. E dos maiores. O nosso segundo Santos Dumont. A advogada-hoteleira. A dentista que criou o maior evento de moda do Brasil. O office boy, futuro agente de viagem. O estagiário, depois presidente da multinacional. Uns transfiguradores; outros, alquimistas. De mascate a rei do varejo. De menino de rua a milionário. De engraxate a gestor de dezenas de empresas. E por aí vai. Ninguém nasce grande. Foram crescendo, aos poucos. Passos discretos, até o salto de qualidade! Enfrentaram magros desafios, gordas crises. Fizeram a América? Fizeram a si mesmos. Autodidatas alguns. Inquietos e curiosos, todos. O destino? Descobriram no caminho. O DNA intuitivo. Do nada ao mundo. De tudo a antes. Cobras? Pássaros semeadores. E lá foi Marina atrás deles, em voo leve. Com jeitinho, recontou as suas trajetórias (de negócio e de vida) e também se tornou grande. Leia e comprove. Você vai se enriquecer. Mas vá nas minúcias. Nelas, o segredo da fortuna.”

Leia pessoal! Vale a pena!

Profissional mochileiro?

Ser nômade virou competência. Muitas companhias têm projetos de expansão em mercados menos explorados fora das regiões Sul e Sudeste e estão procurando profissionais para ocupar postos nesses lugares. A prioridade é para pessoas que aceitam mudar numa boa. Isso cria uma questão de carreira: vale a pena ser um profissional mochileiro? Talvez sim. As empresas não estão apenas atrás de um pioneiro que leve o conhecimento da organização a lugares distantes. Muitas vezes, por trás do convite de transferência está uma intenção de desenvolver uma ótima carreira. Uma análise da Hewitt, consultoria de recursos humanos, com 107 empresas da América Latina mostra que 79% delas consideram a disponibilidade para mudar de cidade um fator importante para o desenvolvimento de líderes.

Recusar?

No mercado, nem sempre a vontade do funcionário prevalece nessa hora. Muitas vezes, o convite não é realmente opcional, e recusar pode fazer mal para a carreira. Mais do que soar como falta de comprometimento e restringir o aprendizado, a recusa pode limitar o crescimento na companhia e, em último caso, chegar até a demissão, já que o que está sendo dito nas entrelinhas é que a empresa confi a no seu trabalho e conta com você. Negociar benefícios com a mudança faz parte, mas as empresas estão bem menos tolerantes com as recusas. Antes de dar a resposta final, portanto, é preciso avaliar o momento de vida atual. Pergunte-se: “Hoje, minha prioridade é me desenvolver, ganhar dinheiro, crescer na empresa, ou dedicar mais tempo à vida pessoal?”. A resposta é que deve nortear a sua decisão. Um profissional solteiro pode ter aspirações diferentes de outro que acabou de se tornar pai. A partir daí, faça suas escolhas e boa viagem.

Que tipo de profissional você é?

Como avaliar um bom profissional? Quem você escolheria para promover a um cargo importante na sua empresa? Quem seria a pessoa que os demais funcionários da sua empresa gostariam de ter como chefe?

Essas perguntas servem para um empresário que esteja estruturando sua empresa, mas também são referências de comportamento para todos os profissionais que tenham planos de crescimento na empresa e em sua carreira como um todo.

Para mim, esse processo de avaliação é fundamental. E, dentro dele, um profissional precisa lembrar sempre que “ter valores é fundamental”.

Há algum tempo, recebi uma mensagem de um amigo que me pareceu muito apropriada para este nosso post. Na mensagem, ele dizia que, para escolher as pessoas certas para os cargos de maior importância dentro da empresa, era necessário responder a quatro perguntas:

1- Para qual candidato eu confiaria o meu negócio por três meses e ele me devolveria com lucro?

2- Qual candidato eu escolheria para cuidar e educar os meus filhos?

3- Para qual emprestaria dinheiro de olhos fechados, com a tranquilidade de que receberia de volta?

4- Qual candidato eu hospedaria na minha casa, junto com a minha família, por um período de três meses?

Se todas as respostas indicassem o mesmo candidato, eu estava fazendo a escolha certa. Caso contrário, deveria refletir e avaliar melhor.

Talvez você não seja um empresário procurando decidir quem promover em sua empresa. Mas pode ser que você seja um dos candidatos a promoção, dentro da empresa em que trabalha. Então, saiba que a sua atitude pode mudar tudo. A sua atitude de parar, pensar e refletir sobre estas questões pode ampliar de modo incrível as suas chances de crescimento profissional.

Pense sobre isso!

Você é a favor da Burocratização?


Aproveitando o "gancho" da enquete que fiz, decidi falar sobre a burocratização. Você é a favor dela? É a favor do "tudo por escrito"?

Existe uma prática que é adotada radicalmente por uns, mas considerada um exagero desnecessário por outros: colocar tudo por escrito em um projeto e/ou trabalhos, em geral.

O tema é um pouco controverso. A partir de que momento o nível de registro de informações se torna excessivo? Ficar registrando tudo não reduz a produtividade do projeto? A burocracia não acaba virando burocratismo?

Minha opinião é prática: não pecar pelo excesso: toda informação que tenha qualquer importância no projeto deve ser documentada adequadamente.

Um exemplo bem prático disso é que a burocracia foi criada para tornar o trabalho racional e sistemático, mas acabou tornando-o moroso (demorado demais, respostas que poderiam ser dadas em um dia, arrastam-se por meses ou anos), devido ao infindável número de controles e processos que cercam o trabalho.

O segredo é achar a forma certa de fazer a documentação do projeto. Da mesma forma que as decisões mais importantes dos principais stakeholders não devem ficar apenas em uma nota de e-mail, uma informação do dia a dia que apenas interessa a uma ou duas pessoas não precisa se tornar um relatório em formato padronizado. Sempre gosto de repetir: vale o bom senso!

Boa Semana!

Oportunidade de negócio: o que significa?

Uma oportunidade de negócio existe quando a oferta de um produto ou serviço encontra-se com a necessidade ou desejo de alguém disposto a pagar por eles. Portanto, antes de tudo, o empreendedor deve estar convencido da existência de uma oportunidade de negócio. Para este convencimento, é importante caracterizar a oportunidade através de uma imersão no mercado e nas características do tipo de negócio que ele pretende desenvolver.

Vamos exemplificar: um empreendedor teve a idéia de montar uma sorveteria em uma cidade do interior de São Paulo, principalmente porque percebeu que os dias de calor estão cada vez mais constantes, e que ele próprio gostava de um bom sorvete.

Todavia, sabendo que seu sentimento pessoal não era suficiente para caracterizar a oportunidade, procurou, primeiramente, identificar na cidade os locais nos quais estavam localizadas as principais sorveterias. Para conseguir essas informações procurou diversas fontes e descobriu que em um bairro de grande densidade populacional e poder aquisitivo médio, não havia nenhuma sorveteria. Imaginou então que talvez fosse menos arriscado iniciar um novo negócio distante de concorrentes. Decidiu, então, concentrar sua ação de levantamento de informações do bairro. Todos os dias, ele se dirigia para lá e conversando com algum morador…. Em uma dessas conversas, conheceu um líder de uma associação de moradores, que facilitou o acesso do empreendedor a uma reunião, na qual ele pôde até distribuir um questionário de perguntas sobre a opinião das pessoas em relação ao negócio.

O resultado: ele se convenceu de que sua idéia inicial significava um negócio em potencial. Podia então abrir a empresa? Não, ele sabia também que deveria verificar a viabilidade do negócio e que mesmo uma boa oportunidade, pode não ser viável. O plano de negócios é uma ferramenta interssante para esta análise.

Até mais.


+ Cuidado!

Segunda feira é dia do estresse para alguns. Rs. Então cuidado ao fazer críticas e reclamações, isso pode depor contra você. Guardar segredo sobre as coisas que vemos e ouvimos de errado no dia a dia da empresa e dos colegas de trabalho nem sempre é fácil. Pensando bem, é tão difícil que os padres, advogados e psicólogos empenham a palavra num juramento sério para garantir o silêncio sobre o que acabam sabendo daqueles que os procuram.

Nas empresas, o jeito arrogante do chefe, as mentiras que alguns contam para os clientes e o que as pessoas fazem umas contra as outras em determinadas situações são tão graves e violentas que não poder compartilhar o que se sabe exige um esforço sobre-humano.

Mesmo assim, não é raro conversar com alguns que, ao falar, mostram tanto ódio pela empresa, chefe ou colegas que só caberia uma pergunta: "Então, por que você ainda está trabalhando lá?"

O fato é que cada um dos funcionários tem a responsabilidade de salvaguardar a imagem da empresa para a qual trabalha desde o seu primeiro dia. Para isso, a forma como se veste, senta à mesa e come com os colegas e clientes, e até o que comenta acabam somando ou não pontos para a organização e para seus profissionais.

Acreditar que um "comentariozinho" maldoso ou uma crítica construtiva feita em público não produzem efeito numa empresa de grande porte é minimizar o poder que cada indivíduo tem sobre os fatos.

Um exemplo do peso das palavras pode ser observado durante um julgamento, ocasião em que são ouvidos todos os que, ao longo da vida, tiveram contato com quem está sendo julgado. Desde os vizinhos até a diretora da escola e todos os que orbitaram em torno da tal pessoa contam o que consideram como ponto positivo ou negativo. E o resultado colabora na decisão sobre o tamanho da pena.

Quem tem sempre uma palavrinha desabonadora sobre as coisas, caso precise de um depoimento favorável sobre a sua pessoa, pode acabar sendo citado como: "Ele é uma boa pessoa, mas vive de mal com o mundo", " Sabe, o cara é meio chato, nada está bom" ou " Não gosto dele, vive criticando tudo"

Conclusão: ao fazer uma crítica ou um comentário maldoso sobre a empresa ou o trabalho, pense !


Avante a qualidade!

Bom dia! Alguém quer fazer um trabalho de gestão da qualidade para mim? brincadeirinha hehe. Estou a terminar. Fiquei com a parte da conclusão... Pesquisando assim fiz.

Quando pensamos em Qualidade, sempre lembramos de inmetro ou algo do gênero. No entanto, Qualidade não se restringe a apenas a Qualidade Intrínseca do Produto, ou seja, do material que ele é feito, design, durabilidade, etc. Quando falamos de Qualidade, no sentido das normas como a ISO 9001:2000, estamos falando principalmente da satisfação do cliente.

E então, Qualidade se torna um conceito totalmente subjetivo que não mais tem haver com a qualidade intrínseca do produto/serviço, mas sim com a sua capacidade de atender aos desejos, expectativas e necessidades dos clientes, sejam eles internos ou externos a organização.

Este é o conceito mais interessante de se trabalhar, justamente pois trata de identificar as necessidades de seu cliente e de supri-la da melhor maneira possível. No momento de atender as necessiades do cliente, VALE TUDO. Não precisa ser algo necessariamente sofisticado ou caro, por exemplo, se o cliente precisa de um prego, de lhe um prego, e isso será um serviço de Qualidade. Se o cliente precisa de um super sistema integrada utilizando as últimas ferramentas de Tecnologia da Informação, apenas esse super sistema irá lhe proporcionar um serviço de qualidade.

Levando um pouco a discussão para um lado histórico e competitivo, eu me arrisco a fazer algumas projeções. Como todos sabem, a globalização trouxe consigo um aumento da competitividade mundial, forçando principalmente as empresas as venderem mais do que um simples produto ou serviço, mas sim toda uma experiência e estilo de vida. Na década de 80, o grande astro era o Marketing, principal diferencial entre as empresas, que até hoje serve como peça chave, principalmente na criação da marca, um dos maiores bens das empresas atualmente.

Ora, o marketing já está razoávelmente difundido, novos métodos de diferenciação precisam ser introduzidos para que a competitividade seja estabelecida, e é exatamente neste ponto que a Qualidade entra. No meu ver, a Qualidade, ou seja, a capacidade das empresas em satisfazer as necessidades, desejos e expectativas dos seus clientes vai ser o novo diferencial. Os sistemas de gestão da Qualidade já estão e continuarão sendo implementados, pois estes fornecem uma melhoria significativa na gestão das empresas e uma melhora acentuada na satisfação dos clientes, isso pois o SGQ tem como foco o cliente.

Em suma, não pretendo esgotar o tema em um simples post, mas acredito que esta seja uma discussão extremamente relevante para os adminstradores e gestores que virão.

Gerenciando o Tempo I


Hoje acordei já encucado com tanta coisa que tinha (ainda tenho) para fazer. Sábado é sempre assim. Preciso organizar tudo da faculdade. Logo, pensei, como gerenciar esse tempo? É aí que escrevi.

A gestão do tempo é um dos desafios mais comuns que as pessoas enfrentam hoje no ambiente corporativo ou fora dele, claro. Na condição de trabalhador e estudante lido com essa questão diariamente. Mais sei que aliás, cada vez diretores e gestores das organizações, em geral, precisam lidar com múltiplas atividades – muitas delas que fogem ao seu controle. E as demandas acabam consumindo mais tempo do que o previsto, o que gera uma ansiedade.

Como podemos lidar com o estresse causado por essa situação? Qual a maneira de encontrar tempo para conseguir cumprir todas as tarefas?

A primeira abordagem que sugiro é verificar o que tem, na prática, consumido seu tempo. Se for alguém organizado, pode olhar os registros na agenda das últimas semanas para analisar quais as situações que demandaram a maior parte das horas. Outra saída está em marcar todas as atividades nas próximas duas semanas, com o intuito de fazer essa mesma avaliação.

O próximo passo é identificar suas principais responsabilidades e objetivos para determinar quanto tempo você deveria gastar em cada tarefa. Esse exercício ajuda a visualizar se suas atividades cotidianas estão alinhadas com suas prioridades, ou não.


Assim, pesquisando, segue um questionário que pode ajudar administrarmos nosso tempo:

  • Em que situação eu preciso ficar mais calmo?
  • Em que situação eu preciso ser mais ágil?
  • Em que situação eu preciso ter uma visão mais global?
  • Em que situação eu preciso me focar em questões pontuais?
  • Em que situação eu preciso focar em processos?
  • Em que situação eu preciso focar em resultados?
  • Em que situação eu preciso ser menos estruturado?
  • Em que situação eu preciso ser mais estruturado?
Sugiro tentarmos conciliar nosso tempo usando essas questões na hora de definir prioridades, pois temos que ser responsáveis e objetivos.


Gerenciando o Estresse Profissional I

O ambiente de competição dentro das empresas, a pressão por melhores resultados e as longas horas de trabalho causam danos físicos e psicológicos a boa parte dos profissionais. Somando esse cenário à responsabilidade dos altos executivos, não é raro encontrar pessoas que sentem os efeitos do estresse.

Além de prejudicar a saúde e a vida pessoal, o nervosismo e a ansiedade sentidos pelo gestor corporativo diminuem seu poder de concentração, raciocínio e sua capacidade de reagir a acontecimentos inesperados. Dessa forma, seu desempenho profissional cai e o nível de estresse aumenta como em um ciclo que parece não ter fim.

Para o presidente e CEO da consultoria norte-americana de gestão e carreira Cornerstone Leadership Institute, David Cottrell, existem formas de minimizar essas crises de estresse. Entretanto, isso exige a mudança de atitudes.

Cottrell um guia com os cinco passos para quem quer fugir dos efeitos negativos do estresse:

1. Não reaja de forma exagerada: o especialista afirma que todo ser humano em situação de pressão tende a ter atitudes radicais e impensadas. “É comum ver um executivo receber uma crítica e então gritar que se demite e sair nervoso da sala”, exemplifica ele, que complementa: “Isso indica que decisões de grande impacto na vida pessoal ou profissional não devem ser tomadas nessa ocasião.”

2. Analise friamente os fatos: isso pode não ser fácil, mas há um momento no qual a pessoa tem de esfriar a cabeça – mesmo que apenas por algumas horas -, olhar para a situação de maneira objetiva e identificar se a causa de seu estresse é um problema pontual (como a entrega de um projeto especial ou a elaboração da estratégia do departamento para os próximos anos), ou uma série de inconvenientes que vem somando-se ao longo do tempo.

3. Converse com alguém: “Um problema se torna menor quando compartilhado”, diz Cottrell, o qual aconselha que os executivos busquem o apoio de alguém de confiança para dividir os problemas. Essa pessoa pode ser um amigo, o cônjuge ou, até mesmo, um mentor espiritual. “Nesses momentos é importante contar com a opinião de quem entende seu modo de pensar e suas aflições”, destaca o especialista.

4. Tente melhorar: segundo Cottrell, quando alguém se sente “no fundo do poço”, precisa buscar experiências positivas, como uma boa leitura, um fim de semana de descanso, um passeio com os filhos, ou coisa parecida.

5. Decida o que fazer: muitas vezes as crises são ótimas oportunidades para que o executivo reveja seus objetivos profissionais e avalie se o caminho percorrido até agora é mesmo aquele que o levará à felicidade. “Se não for, é hora de procurar outros desafios”, afirma o especialista, que conclui: “É importante lembrar-se sempre, no entanto, de que uma decisão dessas não pode ser tomada por impulso.”